terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Acordo Ortográfico: o último artigo

 

O  Especial de  férias:  Acordo Ortográfico, publicado desde 5 de  janeiro, será  encerrado hoje  com  as   orientações  sobre o trema,  a divisão  silábica e  a ortografia das   assinaturas, o  que   corresponde às bases  XIV,  XX e   XXI do documento assinado  em   1990.

 

 

Base   XIV-   O   trema

 

O  trema é  inteiramente  suprimido  em palavras   portuguesas  ou aportuguesadas. […]  Conserva-se, no entanto nos  nomes  próprios   estrangeiros e seus  derivados:  Müller, mülleriano. 

Base  XX -   Divisão  silábica

 

Uma  das funções  do   hífen é partir  palavras  nas  partes  que as constituem (divisão silábica) ou  parti-las  em   duas no fim  da   linha  (translineação).  O  Acordo Ortográfico  não apresentou modificações  no  que  diz  respeito às regras de  divisão  silábica, mas  alteração norma  a translineação. A  única  alteração   foi   o uso  do  hífen  no   final da  linha.  Diz  o  Acordo:

 

Na translineação de   uma palavra composta ou de  uma combinação    de  palavras em  que  há um hífen ou mais, se  a  partição  coincide  com   o final de  um dos  elementos ou membros, deve-se, por  clareza  gráfica, repetir-se   o hífen  no  início  da linha seguinte:  ex- -  alferes, pós- - graduação.

 

Esta regra  causou   muita confusão, pois  dizia-se que o hífen deveria ser  repetido  no início da segunda  linha  em  qualquer   divisão  silábica e, como vimos,  a   orientação  do  Acordo   refere-se  apenas  às  palavras  compostas.

 

 

Base XXI – Das  assinaturas  e  firmas

 

Para  ressalva de   direitos, cada  qual   poderá  manter   a  escrita que,  por  costume  ou registro  civil adote na  assinatura de  seu   nome.

 

Com o  mesmo   fim, pode manter-se  a  grafia  original de  quaisquer firmas  comerciais, nomes  de sociedades, marcas e   títulos  que  sejam  inscritos em  registro  público.

 

 

A série Especial de  férias – Acordo  Ortográfico  acabou e espero  que tenha   cumprido  o   objetivo de  esclarecer sobre as   mudanças  ocorridas  na escrita da língua  portuguesa. 

 

 

Fonte da  pesquisa:

ACADEMIA Brasileira de  Letras.   Vocabulário Ortográfico da Língua  Portuguesa. 5.ed. São Paulo: Global,2009.

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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Acordo Ortográfico e o uso das maiúsculas

 

 

 

Requerem   inicial  maiúscula:

 

  • Antropôninos ( nomes de pessoas ), apelidos, topônimos (nomes de  lugares): Antônio, Sousa, Moraes,  Coração de Leão,  Madagascar, Rio de  Janeiro, Paris, Avenida   Nossa Senhora de  Copacabana.

 

  • Nomes  sagrados, religiosos, mitológicos, astronômicos: Deus,  Júpiter, Via-Láctea. A  inicial  maiúscula pode ser usada também, por  tradição, nos  pronomes que  se  referem a  Deus e  à Maria, mãe  de  Cristo ("Nós   Vos adoramos", "Cremos  nEla).

 

  • Nomes de épocas históricas, datas  importantes, atos ou festas  solenes, grandes empreendimentos  públicos: : a  Idade  Média,  a  Revolução  Francesa, a  Renascença, o Descobrimento do Brasil; a Páscoa, o Natal.

 

  • Títulos de  obras ou criações  do intelecto   humano (arte, ciência, cultura): a  Nona  Sinfonia, a Divina  Comédia,  Dom Casmurro.

 

  • Nomes de cargos  eminentes: Papa,  Cardeal, Arcebispo,  Governador ( Observa-se na imprensa, no entanto,  o uso  corrente da  minúscula, mas  isto é  um descuido lingüístico). A minúscula  somente deveria  ser empregada de modo a  generalizar  o emprego.

 

  • Títulos de  leis, decretos, atos, usados em correspondências oficiais: Lei  do Inquilinato,  Decreto-Lei, Lei de  Diretrizes e Bases da  Educação  Nacional...
  • Nomes dos  pontos cardeais, quando designam região: o Norte, o  Sul, o Sudeste. 

 

  • As expressões  Fulano, Beltrano e similares, quando  usadas  no  lugar  de  nome  próprio.

 

  • Nomes  comuns  usados  como  nomes próprios: o Amor, o Ódio.

 

  • Nomes  compostos  ligados  por  hífen mantêm sua  autonomia:  Grã- Bretanha, Acordo Luso-Brasileiro, Capitão-de-Mar-e- Guerra. 

 

E quando  não se deve usar as iniciais maiúsculas?

 

  • Iniciais  dos  nomes dos  meses, dias e  estações  do ano:  janeiro, fevereiro...

 

  • Partículas  monossilábicas: Viagem ao Centro da  Terra.

 

  • Iniciais de  adjetivos que designam  nacionalidade ou  naturalidade: os  brasileiros, os cariocas, os baianos.

 

  • Nomes  próprios  usados como  nomes comuns: castanha do pará

 

  • Nos  usos das  expressões fulano, beltrano e  sicrano.

 

  • Nos  nomes  que designam áreas  de  saber é   opcional  o  uso das   iniciais  maiúsculas ou minúsculas ( regra  alterada no  acordo de 1990):  português (ou Português), direito ( ou   Direito).

 

 

Fonte da  pesquisa:

 

ACADEMIA Brasileira de  Letras.   Vocabulário Ortográfico da Língua  Portuguesa. 5.ed. São Paulo: Global,2009.

 

 

Amanhã, dia    9 de  fevereiro, será  publicado último  texto da  série Especial de férias: Acordo Ortográfico. Não perca!

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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

O que houve com o hífen e os prefixos?



Uma  das regras do novo Acordo  Ortográfico  que mais   provocaram  estranheza foi  a que diz respeito  ao  uso do  hífen. Algumas  orientações  do  documento  foram   publicadas  aqui  no  blog e   hoje observamos  o  uso deste  sinal  nas   formações  com prefixos.



O acordo separa o   uso  em   dois   grupos:

1. Prefixos
ante- anti- circum  sobre- pós- pré- pró- super- contra- sub- entre- ultra-  extra- supra- hiper- infra-  intra-  co-

2. Falsos  prefixos  de   origem   grega  ou latina
aero- arqui – bio- geo- inter- maxi – mini- neo- pluri – pseudo- semi – micro – agro- auto- eletro- hidro- macro- muilti – pan- proto- retro- tele-

Nestes   dois   grupos   só  se  emprega o   hífen:

a. se  o   2º  elemento  começa por h: anti-higiênico, co-herdeiro, sobre-humano, geo-história, neo-helênico.

“Pedro   fez um esforço  sobre-humano na  maratona.”

b.  nas    formações em  que o prefixo ou  falso  prefixo  termina  na   mesma vogal com que se  inicia  o  segundo  elemento: contra-almirante, micro-ondas.

“Comprei  um forno  de   micro-ondas”.

Obs.: Tradicionalmente, no entanto, o prefixo co-   aglutina-se  com  o  segundo  elemento  em  alguns  vocábulos: coordenar, coordenador,  coordenação, cooperar.

c.  com  os  prefixos circum- e  pan- , quando o  segundo  elemento   começa  por  vogal, m ou  n e  h: circum-escolar, circum-navegação, pan-americano.

O Rio de   Janeiro   já  foi  sede  dos   jogos   pan-americanos.

d.  com hiper-, inter-  e   super, quando  combinados com elementos  iniciados   por  r  ou   h (norma  existente  no acordo  anterior): hiper-requintado, super-homem.

Compramos  o DVD  do  Super-homem.

e.  com  o prefixo ex ( com  o sentido de  estado anterior ou  cessamento), sota-, soto-, vice-: ex-diretor; vice-rei.

José  de   Alencar é  o  vice-presidente  do  Brasil.

f.  com os  prefixos acentuados   graficamente pós-, pré- e  pró-, quando o segundo  elemento possui valor  independente: pós-graduação, pré-natal.

Obs.:  Continuam  sem   hífen:  pospor,  prever, propor.


Quais os vocábulos  que   não   são escritos  com  hífen:

a.  Não  se  emprega hífen  quando o  prefixo termina  em  vogal e o segundo elemento  começa  por r ou s, devendo –se duplicar  essas  consoantes, prática   já  corrente nos domínios  científico e tecnológico: antirreligioso, antissemita, contrarregra, contrassenha, cosseno, infrassom,  minissaia.

Nota:  Muito se  falou sobre  o   uso  do hífen  antes de elementos iniciados por  r e s, até mesmo  que   guarda-roupa passaria  a ser  escrito sem  o sinal.  Esta  regra vale, no entanto, como   lemos  acima  para  a  composição  com  prefixos  ou falsos  prefixos.  Uma breve consulta ao  Vocabulário  Ortográfico da  Língua  Portuguesa, editado  pela  Academia  Brasileira de  Letras,  desfaz  o   mito  que  se   formou  há  alguns  meses: guarda-roupa , guarda-roupeiros, guarda-rodas, guarda-sol.

b.  Nas  formações  em que  o  prefixo ou  pseudoprefixo  termina em vogal e o segundo  começa  por  uma  vogal   diferente, prática   já  adotada  em  alguns  meios  técnicos>  antiaéreo, coeducação, extraescolar, aeroespacial, autoestrada.

c. Não se  usa   hífen  nas  palavras    formadas  por  sufixação. Fazem-se exceção  os  compostos com termos   de origem   tupi-guarani (açu,  guaçu e  mirim):  amoré-gauçu,  anajá-mirim.





O professor   Rogério Bauru  também escreveu  sobre  o  Acordo Ortográfico e publicou quadrinhos divertidíssimos sobre  o tema.  Para  visitar  o   blog e  ler  os  quadrinhos,  clique AQUI.

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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Um pouco mais sobre o hífen

Acordo-Logotipo

No  texto  de  ontem,  que  faz parte  do  Especial de férias:  Acordo ortográfico,  observamos algumas regras para  o   uso do   hífen,  estabelecidas no Acordo Ortográfico de  1990.  Veremos  mais algumas  hoje e  amanhã.


Quando devemos usar o  hífen? O que   diz  o  Acordo?

1. Emprega-se hífen nos  compostos  com além, aquém, recém e sem: além-mar, além-fronteiras, recém-casado, sem-cerimônia, sem-vergonha.

2. Nas locuções de  qualquer  tipo, não se  emprega o hífen, salvo naquelas  cujo uso   já  é  consagrado:  água-de-colônia, arco-da-velha, cor-de-rosa, mais-que-perfeito, pé-de-meia.
Obs: Não se   usa hífen  nas seguintes  locuções:
a.  substantivas: cão de  guarda, fim de  semana, sala de  estar;
b. adjetivas: cor de  café com leite, cor de   vinho.
c. pronominais: quem quer  que  seja, cada  um, nós mesmos;
d. adverbiais: à parte (compare com  o  substantivo aparte), à  vontade, em cima, de mais (locução  que  se  opõe  a  de  menos; compare com demais);
e. prepositivas: abaixo de, acerca de,  a fim  de (diferente de afim), à  parte de, apesar de, debaixo de;
f. conjuncionais:  a fim de que, ao  passo  que, logo que, visto que.
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3.  Em encadeamentos   vocabulares: Liberdade-Igualdade-Fraternidade, ponte Rio-Niterói, voo Rio-São Paulo.




Fonte de  pesquisa:


ACADEMIA Brasileira de  Letras.   Vocabulário Ortográfico da Língua  Portuguesa. 5.ed. São Paulo: Global,2009.




Amanhã  no   blog:  O  hífen nas   formações com  prefixo. Não  perca!


Nota:  Este  posto  foi reeditado  em 5/02/2010 , para  corrigir  um  dos  itens  que  apresentava  a  mesma  palavra em  duas  regras  diferentes.  

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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

O que houve, afinal, com o hífen?

 

 

A frase que serve   como  título é adaptação da  pergunta feita,  via Twitter,  por  um leitor do  blog;  eu brinquei com ele  e respondi que o  “seu desespero  pelo hífen” havia  inspirado o  texto de   hoje. Toda  essa  preocupação tem  justificativa: o  Acordo  Ortográfico de  1990 alterou  boa  parte das  regras  para  uso deste sinal,  o  que nos  obriga a  reaprender (sem  hífen!).

 

Em  17 de janeiro de   2009,   publiquei apenas  uma  imagem  para ilustrar o que  estava  acontecendo com  as   normas sobre  o  uso  do hífen:

 

Clique para  ampliar

 

Quando devemos usar o  hífen? O  texto original  do  Acordo contém as seguintes  orientações:

 

1.  Emprega-se  o  hífen nas  palavras compostas por  justaposição que    não contêm formas de  ligação e cujos  elementos,  de natureza  nominal, adjetival, numeral  ou   verbal, constituem  unidade  semântica e mantêm acento próprio: ano-luz, arco-íris, decreto-lei, médico-cirurgião,tenente-coronel, tio-avô, amor-perfeito (flor), guarda-noturno, segunda-feira.

Em certos compostos,  no  entanto, a  noção de composição   já  se  perdeu e permanecem  grafados  aglutinadamente: girassol, pontapé, paraquedista, madressilva.

Obs.: Chama-se justaposição o  processo de   formação  de  palavras  em  que os  elementos  se   unem  sem alteração  gráfica  ou fonética.  Aglutinação é  o processo em  que  ocorre  perda  gráfica e   fonética.

2. Emprega-se  o hífen nos topônimos (nomes de  lugares) iniciados pelos adjetivos  grã,  grão ou por    forma verbal ou cujos  elementos estejam   ligados  por   artigo:  Grã-Bretanha, Grão-Pará,  Abre-Campo, Passa-Quatro, Baía de  Todos-os-Santos, Trás-os-Montes.

 

Obs.: Os   outros  topônimos  compostos  escrevem-se   sem  o  hífen: Belo   Horizonte,  Cabo  Verde.    Guiné-Bissau é   uma exceção consagrada  pelo uso.

 

3. Emprega-se  o   hífen nas  palavras   compostas  que  designam  espécies  botânicas e   zoológicas, ligadas  ou   não por  preposição: couve-flor, erva-doce, bem-me-quer, bem-te-vi, erva-do-chá.

 

4. Emprega-se  o   hífen nos  compostos  com  os  advérbios bem e mal, quando  estes   formam  com  o  elemento seguinte  uma   unidade   semântica e  tal elemento  começa  por vogal ou H.  O   advérbio  bem, ao  contrário de  mal, pode  não se  aglutinar  com  palavras  começadas  por   consoantes: bem-aventurado, bem-estar, bem-humorado, mal-estar, bem-criado (observe malcriado).

 

 

As outras mudanças ortográficas  relativas ao  hífen serão  publicadas  amanhã. Não  perca! 

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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Acordo Ortográfico e acentuação (parte III)

 

A série Especial de Férias: Acordo Ortográfico, publicada aqui  no  blog  desde o  dia  4  de janeiro,  visa ao esclarecimento dos   leitores  sobre  o  que mudou  na  ortografia  portuguesa com  o  documento assinado em 1990.   A acentuação  corresponde  a  maior parte das Bases (orientações) em  que o  Acordo   foi  dividido.   O  texto publicado hoje trata dos hiatos e das proparoxítonas, que  foram abordados  nas   Bases X e XI.  Hiatos  são  os encontros  vocálicos  em  que a  emissão de cada  uma das   vogais  ocorre  em  uma sílaba diferente;  proparoxítonas  são aquelas  palavras  cuja sílaba  tônica  é  antepenúltima.

 

 

Sobre a  acentuação dos  hiatos

1.  Acentua-se a  segunda vogal tônica do   hiato (I ou  U), seguida  ou  não  de s: saúde, saída,  egoísmo,  balaústre,  Ataíde,  construí-los,  Luís.

 

2. Se estas vogais  forem seguidas de   outras  consoantes,  ou   de  nh, não  serão  acentuadas: ainda, ruim, raiz, Luiz, sair, rainha.

 

3.  Se a  vogal do  hiato vier  precedida de ditongo, não  haverá  acento: Bocaiuva.  (Esta  regra    foi alterada no   documento  de   1990, pois  o I  e  o U  eram acentuados  nestes casos).

 

3. Recebem  o  acento  agudo as  vogais    tônicas  I e  U quando, precedidas  de   ditongos, pertencem a  oxítonas e estão no final da  palavra:  Piauí.

 

 

Sobre a  acentuação  das  proparoxítonas

Nada foi alterado na nova   ortografia  sobre a acentuação das  proparoxítonas.  Todas  são acentuadas:  público,  oxítona,  cômodo,  líquido. 

 

O  professor  Manoel   Ribeiro (2008)   faz a seguinte  observação  sobre  as  proparoxítonas:

 

1. […] alibi, deficit  e habitat  são  latinismos, que não  se acentuam, mas no vocabulário ortográfico (2004),  o vocábulo álibi passou  a ser  acentuado. O   vocabulário publicado em 2004, registra défice,  forma  aportuguesada de deficit.

2. Não se  acentuam os  vocábulos  latinos forum, harmonium, quantum,  quorum e  radium   O   VOLP, de    2004, da ABL,   acentua fórum, harmônium e  rádium. (p.40)

 

A  preocupação do  professor  Manoel   tem  uma justificativa:  ao  contrário da    língua portuguesa, a  língua  latina  não  possui acentos  gráficos  para  marcar tonicidade;  o que   havia  eram   sinais  para   indicar, no  Latim  Clássico, o  tempo de duração da sílaba.  Deste  modo, nada   justifica  o  emprego  de  acento  gráfico  em  palavras latinas  que   não sofram aportuguesadas.

 

O Vocabulário Ortográfico da  Língua  Portuguesa (2009) mantém a   ortografia da edição de  2004  e registra  as  formas álibi,  fórum, harmôniu e  rádium; o   VOLP,  no entanto,    não  registra  quorum   tampouco   quórum.

 

 

 

 

Fonte de  pesquisa:

ACADEMIA Brasileira de  Letras.   Vocabulário Ortográfico da Língua  Portuguesa. 5.ed. São Paulo: Global,2009.

 

RIBEIRO,  Manoel  Pinto.   O  novo  acordo ortográfico – soluções,  dúvidas e   dificuldades  para o ensino. Rio de Janeiro:  Metáfora, 2008.

 

 

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